9.4.07

Amigos

Há poucas felicidades como poder ajudar os amigos e poucas tristezas tão grandes quanto não poder ajudá-los (ou não saber como). Meus amigos sempre despertaram o que há de melhor dentro de mim.

É o sentimento de compleitude quando dividimos uma novidade com um amigo, ou o sorriso de ouvir um falando sobre sua vida - mesmo que repetido, mesmo que triste, mesmo rapidamente. É dividir que faz a amizade, é o tempo que nos dedicamos a ela que nos aproxima.

Por isso, amigo, - pois só amigos aqui lêem - que sinto que só continuo escrevendo aqui por que de alguma forma sinto que isso nos aproxima e sinto não poder contar tudo que sinto pessoalmente.

Um comentário:

Bruno Otsuka disse...

liberta tua arte

as amizades nos moldam, faz com que sejamos um pouco o outro