É verdade. Sempre gostei dos meus trabalhos - pelo menos por algum período de tempo - e procurei algo interessante, mas nunca, nunca ele esteve a acima do resto da minha vida.
Comentei isso outro dia com um amigo que disse: "Que ótimo!", e eu me pergunto: é mesmo? Vivo um dilema que imagino compartilhar com muitas pessoas: o quanto sacrificar da minha vida em favor de uma prosperidade futura? Sinceramente eu não sei, mas quando o trabalho começa a atrapalhar minha relação com os amigos e meus projetos paralelos, começa a murchar o meu entusiasmo.
Repetiu-se mil vezes. Acredito então que deva ser o que sinto lá no fundo. O único porém é o impulsionador da sociedade ocidental: o capital. Não que eu ligue, embora ainda deseje vinhos e essas coisisnhas do status quo: carros, roupas e etc. Só mesmo os carros que têm cada vez menos apelo sobre mim. Quero mudar pra Itália e ter uma vespa.
Vou morar num kitnet e beber muito vinho; escrever muito e dirigir os projetos que me apaixonam. Só preciso de dinheiro para isso, nada mais.
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2 comentários:
sobre esse teu texto, acho que precisamos ASAP conversar. aliás, já passou da hora, do ponto, da colheita, do time-code....
quem sabe semana que vem, quando levarmos o trabalho menos a serio ainda
;)
btw, muda aí nos teus links: o roam.me mudou de endereço.
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