Houve um tempo que eu ligava muito para o que os outros diziam. Não, você não entendeu, MUITO. Como sou apenas humano não mudei de uma hora pra outra, mas sinceramente acho que estou melhorando.
Começou - acho - no dia que resolví deixar a barba crescer e comprei os suspensórios. Fatos não concomitantes, mas bem próximos, que só percebo nessa análise em retrospécto. Acho (de novo) que resolví ser diferente num reflexo pós-adolescente um pouco tardio de achar minha própria identidade. Quem sabe. Cortando a barba hoje fecha-se um ciclo (embora já tivesse tirado antes): estou bem comigo mesmo, me aceitando melhor. Há ainda muito espaço para melhorias - e como - mas agora sigo pelo meu próprio e estranho caminho.
O problema é outro. Numa outra análise deste meu momento tão analítico percebí que entre as últimas pérolas desse amaldiçoado blog só havia eu, eu, eu e eu. Sempre fui simplista assim? Achei da minha experiência podia tirar alguma coisa, mas o que acontece parece ser o oposto: dos relatos das minhas experiências tiro tudo que sei fazer.
Nota mental: evoluir.
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